A DMRI afeta a mácula, região central da retina responsável pela visão de detalhes. É mais comum com o envelhecimento e pode dificultar atividades como leitura e reconhecimento de rostos.

Nas fases iniciais, pode não causar sintomas. Com a evolução, podem surgir embaçamento, distorção das imagens ou uma mancha na visão central. Alterações visuais recentes merecem avaliação oftalmológica.

A DMRI pode ser seca ou úmida (exsudativa). A forma seca é a mais frequente e costuma evoluir lentamente, mas também pode causar perda importante da visão central em estágios avançados. Na forma úmida, vasos sanguíneos anormais podem provocar vazamento e perda visual mais rápida. O diagnóstico precoce e o acompanhamento ajudam a definir os cuidados adequados em cada caso.

Tratamento da DMRI

O cuidado da DMRI seca depende do estágio da doença e dos exames da retina. Inclui acompanhamento regular, orientação para não fumar e cuidados com a saúde geral. Suplementos específicos, como a fórmula AREDS2, podem ser indicados para alguns pacientes, mas não são necessários nem benéficos em todos os casos.

Em casos selecionados de DMRI seca, a fotobiomodulação com Valeda pode ser considerada após avaliação individual. Ela não representa cura, não garante melhora da visão e não substitui o acompanhamento nem os tratamentos indicados para a DMRI úmida. Saiba mais sobre a avaliação para Valeda em Curitiba.

Na DMRI úmida, medicamentos anti-VEGF aplicados por injeção intravítrea podem ajudar a controlar a doença e preservar a visão. Alguns pacientes apresentam melhora, mas a resposta varia e não há garantia de recuperação da visão perdida. O retinólogo define o medicamento, os intervalos entre aplicações e a necessidade de continuidade do tratamento.

A cobertura pelo plano de saúde deve ser verificada conforme o tratamento indicado, as regras vigentes da ANS e as condições do contrato. Antes do procedimento, confirme com a operadora a autorização e eventuais custos para o paciente.