Valeda em Curitiba – Fotobiomodulação para DMRI seca
O Valeda é um sistema de fotobiomodulação que utiliza luz em comprimentos de onda específicos e pode ser considerado em determinados pacientes com degeneração macular relacionada à idade, conhecida como DMRI, na forma seca.
A indicação depende do tipo e do estágio da doença, da acuidade visual, dos exames da retina e das condições clínicas de cada paciente. Por isso, a avaliação oftalmológica é indispensável antes de iniciar o tratamento.
O Valeda não é indicado para todas as formas ou estágios da degeneração macular.
A fotobiomodulação é uma terapia não invasiva que aplica luz controlada em comprimentos de onda específicos.
No Valeda, essa luz é direcionada aos olhos de maneira padronizada, com o objetivo de atuar em processos celulares relacionados ao metabolismo e à função da retina.
O procedimento não é uma cirurgia, não envolve incisão e não utiliza injeção intraocular.
Para quem o Valeda pode ser indicado?
O tratamento pode ser considerado em pacientes selecionados com DMRI seca.
A indicação não depende apenas do diagnóstico escrito no exame. É necessário avaliar, entre outros fatores:
– o estágio da degeneração macular; – a acuidade visual; – as características das drusas; – a presença e a localização de áreas de atrofia; – a existência de sinais de neovascularização; – outras alterações oculares que possam afetar a visão.
A presença de DMRI não significa automaticamente que o paciente tenha indicação para o Valeda.
O Valeda é indicado para DMRI úmida?
Não. O Valeda é avaliado para casos selecionados de DMRI seca.
Ele não substitui as injeções intravítreas ou outros tratamentos indicados para a forma úmida ou exsudativa da doença.
Quando existem sinais de atividade neovascular, como líquido, hemorragia ou crescimento de vasos anormais, a abordagem é diferente e deve ser definida pelo retinólogo.
Como é feita a avaliação?
A avaliação começa com uma consulta oftalmológica completa e a análise do histórico da doença.
Conforme o caso, podem ser realizados:
– medida da acuidade visual; – exame da retina e da mácula; – tomografia de coerência óptica, conhecida como OCT; – retinografia e outros exames de imagem; – análise dos tratamentos anteriores; – revisão das medicações e das condições clínicas do paciente.
Essas informações permitem avaliar se o Valeda é adequado e se existem fatores que contraindiquem ou reduzam a possibilidade de benefício.
Como funciona o tratamento?
Durante a sessão, o paciente permanece posicionado diante do equipamento, que aplica a luz de maneira controlada em cada olho tratado.
O tratamento é realizado em uma sequência de sessões organizadas em ciclos. A quantidade de sessões, os intervalos e a necessidade de novos ciclos seguem o protocolo do equipamento e são explicados após a avaliação.
Não há incisão ou aplicação de medicamento dentro do olho.
Perguntas frequentes
O tratamento é uma cirurgia?
Não. O Valeda utiliza fotobiomodulação e não envolve corte, incisão ou injeção intraocular.
O procedimento dói?
A aplicação é não invasiva. Durante a sessão, o paciente percebe a emissão de luz pelo equipamento. Eventuais desconfortos ou sensibilidades devem ser informados à equipe.
Todas as pessoas com DMRI seca podem fazer?
Não. A indicação depende do estágio da doença, dos exames da retina, da visão e de outros fatores clínicos e oculares.
O Valeda substitui vitaminas ou outros tratamentos?
Não se deve suspender vitaminas, medicamentos, injeções ou qualquer outro tratamento sem orientação médica. A conduta é definida individualmente.
Quantas sessões são necessárias?
As sessões são organizadas em ciclos de tratamento. O esquema adequado é explicado depois que a indicação é confirmada.
É necessário continuar fazendo exames?
Sim. O acompanhamento com exames de imagem da retina permanece importante mesmo após o tratamento.
Quais resultados podem ser esperados?
Os estudos clínicos do Valeda avaliaram pacientes selecionados com DMRI seca. Entretanto, a resposta ao tratamento varia de uma pessoa para outra.
O objetivo pode envolver a busca de benefício funcional e a manutenção da visão dentro das possibilidades de cada caso, mas não é possível garantir melhora individual.
O Valeda:
– não representa cura da degeneração macular;
– não recupera necessariamente áreas da retina que já sofreram dano irreversível;
– não garante melhora da acuidade visual;
– não elimina a necessidade de acompanhamento periódico;
– não substitui outros tratamentos quando eles forem indicados.
A expectativa realista deve ser discutida individualmente durante a consulta.
O acompanhamento continua sendo necessário?
Sim.
Mesmo após o tratamento, o paciente deve continuar realizando consultas e exames periódicos. A DMRI seca pode evoluir ao longo do tempo e, em alguns pacientes, pode ocorrer transformação para a forma úmida ou exsudativa.
Qualquer aparecimento de distorção das imagens, linhas tortas, mancha central ou piora súbita da visão deve ser avaliado rapidamente.
Avaliação para Valeda em Curitiba
A avaliação tem como objetivo confirmar o diagnóstico, determinar o estágio da DMRI e verificar se o paciente apresenta características compatíveis com o tratamento.
Atendimento oftalmológico em Curitiba, com avaliação de doenças da retina, da mácula e do vítreo.
Informação importante
O conteúdo desta página tem finalidade educativa e não substitui uma consulta médica. A indicação do Valeda depende de avaliação individual, exames oftalmológicos e análise dos possíveis benefícios, limitações e contraindicações.
Valeda é uma marca de seu respectivo titular. A menção ao equipamento nesta página tem finalidade informativa e não constitui promessa de resultado.
Conteúdo escrito e revisado por Dr. João Paulo Wengrzynovski.